Belo Horizonte abriga um dos coletivos mais originais da arte urbana no Brasil: o Coletivo Poro, formado em 2002 por Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada!. O grupo desenvolve ações poéticas em espaços públicos, muitas vezes efêmeras, que questionam a relação das pessoas com a cidade.
As intervenções do Poro incluem cartazes, estênceis, lambe-lambes e pequenas ações que se espalham pelas ruas. São gestos simples, mas carregados de poesia e crítica, que transformam a experiência urbana em algo inesperado.
O coletivo também publica livros e registros de suas ações, ampliando o alcance de seu trabalho. O Poro mostra que a arte urbana não se resume ao graffiti ou ao muralismo: ela pode ser também delicada, silenciosa e profundamente reflexiva.







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